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FASE 1- ACÇÃO 2
A Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste é uma associação sem fins lucrativos constituída em 1992 e possui por objecto social o desenvolvimento local, a formação e a melhoria das condições culturais, sociais e materiais de vida das comunidades nas áreas abrangidas.
Sediada em Bensafrim estende a sua intervenção a vários concelhos - sudoeste do concelho de Odemira, Aljezur, Vila do Bispo, Monchique, Lagos, Silves e freguesias rurais de Portimão. Dada a extensão da área de intervenção possui disseminados pelo território Gabinetes de Apoio ao Desenvolvimento Local nos concelhos de Monchique e Silves a fim de potenciar a sua intervenção e promover a proximidade do apoio à população e a participação na dinâmica local.
Contactos:
Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste
Rua Direita, nº 13 - 8600-069 Bensafrim
Tel.: (+351) 282 680 120
Fax: (+351) 282 680 129
Email: vicentina@vicentina.org
http://www.vicentina.org
A Casas Brancas – Associação de Turismo de Qualidade do Litoral Alentejano e Costa Vicentina é uma associação sem fins lucrativos que visa a promoção de actividades turísticas na região numa lógica de desenvolvimento integrado. Baseiam a sua actuação em critérios de qualidade que respeitam à própria casa, sua traça arquitectónica e apresentação geral, mas também ao serviço prestado, simpatia dos proprietários, capacidade de gestão e de divulgação dos produtos locais. Para garantir o cumprimento destes critérios, os associados assinam uma carta de qualidade, que estabelece parâmetros ao nível do acolhimento, prestação do serviço e promoção da região, respeitando sempre a identidade individual de cada associado.
Com sede em Odemira, a Associação reúne actualmente dezasseis alojamentos dos concelhos de Odemira, Aljezur e Monchique, mas está já a trabalhar na expansão da rede ao litoral alentejano mais a norte e à costa vicentina mais a sul e interior.
Contactos:
Casas Brancas – Associação de Turismo de Qualidade do Litoral Alentejano e Costa Vicentina
Sede: Rua Alexandre Herculano, nº 1 – 1º - 7630-147 Odemira
Tel.: (+351) 962 983 108
Fax: (+351) 282 998 697
Email: info@casasbrancas.pt
http://www.casasbrancas.pt
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina faz parte do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), tem sede em Odemira e instalações em Vila Nova de Sto. André, S. Torpes e Aljezur.
A Área de Paisagem Protegida do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina foi criada em 1988 através da publicação do Decreto-Lei n.º 241/88 de 7 de Julho, sendo-lhe, posteriormente, atribuído o estatuto de Parque Natural. Trata-se de uma área com uma extraordinária diversidade, quer do ponto de vista paisagístico quer ecológico, o que lhe confere uma grande relevância em termos de conservação. O Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), aprovado e publicado pelo Decreto Regulamentar (DR) n.º 33/95 de 11 de Dezembro e rectificado pelo DR n.º 9/99 de 15 de Junho, visa “uma gestão adequada à salvaguarda dos recursos naturais, com a promoção do desenvolvimento sustentado da região e da qualidade de vida das populações”, dada a “sua situação litoral rara a nível nacional e europeu”.
Contactos:
Parque Natural do Sw Alentejano e Costa Vicentina
Rua Serpa Pinto, 32 - 7630-174 Odemira
Tel.: (+351) 283 322 735
Fax: (+351) 283 322 830
Email: pnsacv.od@icn.pt
http://www.icn.pt
FASE 1- ACÇÃO 3
Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste
A Minha Terra- Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local, criada em 2000 numa fase em que uma parte significativa das ADL ganha alguma experiência e num momento em que se inicia um processo de consolidação da sua intervenção e existência. Tem como competências representar e defender os interesses das ADL, apoiar o desenvolvimento de projectos, promover a circulação de informação e a animação da rede constituída por estas entidades.
Num processo de alargamento da sua base de sócios, conta com 48 ADL associadas, cujo território de intervenção abrange mais de 250 municípios, ou seja, mais de 80% do território nacional. Um dado que parece bastante relevante é o da população abrangida pela intervenção destas ADL: mais de 40% da população total do país. Este número é tão mais significativo quanto se trata de zonas rurais onde os espaços de “baixa densidade populacional” são dominantes.
Neste momento encontram-se envolvidos na intervenção da Federação através dos seus sócios, mais de 2000 pessoas colectivas e individuais, cuja figura jurídica e objectivos são tão diversificados quanto são as áreas a considerar no desenvolvimento rural. Deste conjunto mais de metade são pessoas colectivas. Em termos de representatividade social a Federação Minha Terra, congrega mais de 200.000 pessoas.
Contactos:
Minha Terra- Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local
Rua Bartolomeu Dias nº 172 D- 1º Esq. 1400-031 Lisboa
Tel.: (+351) 21 781 92 30
Fax: (+351) 21 781 92 32
Email: minhaterra@minhaterra.pt
http://www.minhaterra.pt
O Instituto da Conservação da Natureza, ICN, pessoa colectiva dotada de autonomia administrativa e financeira, com sede em Lisboa, tutelada pelo Ministerio do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento regional, é a entidade nacional responsável pelas actividades no âmbito da conservação da natureza e da biodiversidade, da gestão das áreas protegidas, da Rede Natura 2000 e da promoção do desenvolvimento sustentável.
Considerando a importância dos valores naturais, paisagísticos e culturais únicos inerentes ao território das áreas protegidas e dado que estas constituêm novos destinos turísticos, pelo que em resposta à crescente procura destes locais para actividades de recreio e lazer em contacto directo com a natureza e com as culturas locais foi criado o Programa Nacional de Turismo de Natureza, competindo ao ICN, com o apoio de outros organismos, a sua execução, divulgação e promoção.
O Programa Nacional de Turismo de Natureza, PNTN, criado através da Resolução de Conselho de Ministros nº 112/98, de 25 de Agosto, é exclusivo da Rede Nacional de Áreas Protegidas, RNAP. O PNTN faz parte de um conjunto de orientações políticas internacionais direccionadas para o desenvolvimento sustentável destas áreas, que no caso particular do turismo, visa permitir a recuperação e conservação/preservação do património natural e cultural (material e imaterial) apoiado em quatro vectores principais (conservação da natureza, desenvolvimento local, qualificação da oferta turística e diversificação da actividade turística), considerando que este tipo de turismo resulta em vários benefícios para a conservação da natureza:
- Fonte de recursos para as Áreas Protegidas e Conservação da Natureza e Biodiversidade
- Justificação económica de protecção de Áreas Protegidas;
- Alternativas económicas para as populações locais, que lhes permitam reduzirem a exploração de áreas de protecção e seus recursos;
- Consciencialização de indivíduos que apoiem e promovam a conservação, pois aumenta a percepção dos residentes locais para o ambiente quando os locais, principalmente os jovens, notam o interesse dos turistas na conservação dos habitats e começam a verificar a importância da preservação do ambiente nas suas regiões;
- Valorização da cultura tradicional local/orgulho na identidade colectiva;
- Manutenção de algumas práticas agrícolas, de pastoreio, de silvicultura, necessárias para a manutenção dos habitats (exemplo: pode conduzir à certificação de produtos);
- Incremento e participação do sector privado na promoção e conservação.
Contactos:
Instituto de Conservação da Natureza
Rua de Santa Marta nº 55, 1150-294 Lisboa
Tel.: (+351) 21 350 79 84
Fax: (+351) 21 350 79 84
Email: icn@icn.pt
http://www.icn.pt
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